XEIQUES E MAGNATAS COMPRAM O FUTEBOL EUROPEU

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Aos poucos, o futebol europeu vai sendo dominado pelos magnatas bilionários e pelos xeiques arábes do petróleo.

O petróleo tem sua influência cada vez se acentuando através da participação de países arábes, e o Qatar vem se destacando, desde que conseguiu uma façanha inédita, a de sediar a Copa do Mundo de futebol de 2022, mesmo com 11.521 km² e uma população menor que a maioria das capitais brasileiras, de 1,5 milhão de habitantes.

A sua força motriz se chama dinheiro, e com um ambiente favorável na Fifa, gastaram 30 milhões de libras em ações para levar a melhor na disputa pelo Mundial. Foi um verdadeiro festival. ¨Emprestaram¨ dinheiro a Confederações, e a Argentina foi uma dessas, e foram distribuidos ¨brindes¨ aos delegados da Fifa e jornalistas. Conseguiram.

Mas não se contentaram com a Copa e criaram um  fundo de investimentos: o QSI (Qatar Sports Investiment), para investirem em clubes europeus. Penetraram em solo espanhol, e o Malaga foi adquirido pelo xeque Abdullah bin Nasser.

Cativaram o Barcelona, que após 115 anos sem patrocínio pago em sua camisa, firmaram um contrato por cinco anos, que irá estampar o nome da Qatar Foundation.

A sensação do momento é o Paris Saint Germain, que vendeu 70% de suas ações para a Qatar Sports Investments, tornando-se o recordista de gastos na pré-temporada europeia. Essa participação está sendo considerada com a Segunda Revolução Francesa.

Na Inglaterra, o líder do Campeonato, o Manchester City, desde 2008 pertence ao xeique Mansour bin Zayed, um dos homens mais ricos do mundo. Ganhou pela primeira vez a Copa da Inglaterra.

Trata-se realmente de uma invasão arábe no futebol.

Por outro lado, os magnatas também estão tomando conta do futebol europeu e a Premier League é o maior exemplo, quando a maioria de seus clubes pertencem a estrangeiros, sendo alguns ligados a área do petróleo.

O Manchester United, o clube mais tradicional da Inglaterra, pertence ao bilionário americano Malcoln GLaise. O Chelsea pertence ao magnata russo, Ramon Abramovich. O Arsenal teve 62% de suas ações adquiridas pelo milionário americano Stan Kroenki.

O egipício Mohamed Al Fayed, que vendeu a tradicional loja de departamentos Harrolds, adquiriu o Fulhan. O Aston Villa pertence ao americano Andy Lence. O Sudeland também foi comprado por um americano, Ellis Shimit.

O Blackburn pertence hoje ao grupo indiano Venkates Hware, e o Birminghan City que foi adquirido pelo bilionário chinês, Calson Young, além do Manchester City já citado.

Nesta última semana, o magnata russo Dmitry Rybolovlev adquiriu a participação majoritária do clube francês AS Monaco, através de sua empresa Monaco Sport Invest, a famosa MSI. Mais uma garra no futebol da europa.

Trata-se realmente de um novo modelo do futebol mundial, onde clubes empresas, com ações inclusive em bolsas estão sendo adquiridos pelos novos donos do dinheiro do mundo.

Só faltam chegar ao Brasil, mas achamos muito difícil, pois com uma parte dos dirigentes que temos certamente estariam vendendo os seus poços de petróleo, para atender a demanda dos negócios brasileiros. Iriam falir.

segunda 26 dezembro 2011 03:52



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