O VEXAME DO PALMEIRAS, E O SHOW DO VOLEIBOL

Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O VEXAME DO PALMEIRAS, E O SHOW DO VOLEIBOL

O domingo começou com o GP de Cingapura, com a vitória de Lewis Hamilton, da Mercedes, que garantiu a sua liderança na competição, à frente de seu colega de equipe, Nico Rosberg, que abandonou a prova por problemas no volante.

Não existe hoje um esporte mais chato do que a Fórmula 1, por tornar-se previsível, sendo o ano dessa equipe, que ganha com o piloto inglês, ou ganha com alemão.

Para os gritos emocionados de Galvão Bueno, Felipe Massa chegou na quinta colocação, mas com uma distância tão grande do líder, com os mesmos quilômetros que separam a Terra da Lua, completando 100 corridas sem conquistas.

Pela manhã tivemos a vitória de um time mediano da Premier League, o Leicester City, por 5x3, contra o quadrado mágico do todo poderoso Manchester United. Outra surpresa foi a derrota do Tottenham por 1x0, em seu jogo contra o West Brmwich. Bons jogos e bons públicos. A zebra está correndo nos gramados ingleses.

No período da tarde, foi a vez da final da Copa do Mundo do Voleibol Masculino, envolvendo as seleções do Brasil e da Polônia, e um jogo de alto nível, com duas equipes fantásticas, uma torcida vibrante, e a vitória justa do time polonês por 3 sets a 1, conseguindo 40 anos depois, o seu segundo título mundial.

Um belo espetáculo que mostra como um esporte pode ser feito, sem a presença dos maloqueiros que fizeram a festa em Belo Horizonte no jogo Cruzeiro 2x3 Atlético-MG.

Fora do campo torcedores brigando nas ruas, três feridos por balas em um ônibus, bombas no Mineirão, em um espetáculo que mostra bem como anda o futebol brasileiro.

Dentro do gramado foi um bom jogo, dominado pelo time celeste, que foi vítima de uma das suas armas, o contra-ataque.

No outro clássico, a bola na mão e a mão na bola, decidiu a partida para o Corinthians, que de virada derrotou o São Paulo por 3x2, com dois gols de pênaltis, e um deles por conta da interpretação da arbitragem.

Apesar disso, o alvinegro foi melhor e mereceu o resultado.

No final do jogo, Paulo Henrique Ganso imitou Emerson Sheik, e afirmou em sua entrevista que o que tinha acontecido era uma vergonha.

Na Bahia, o Vitória venceu o Bahia pelo placar de 2x1, fugindo da zona do rebaixamento, e deixando o rival alojado nesse perigoso setor, enquanto Flamengo e Fluminense empatavam (1x1), no clássico carioca.

Na Ilha do Retiro, tivemos a vitória justa do Sport, embora o jogo tenha sido da pior qualidade, principalmente por conta do Coritiba, que veio para não perder, e se possível empatar, nunca ganhar.

Plantou-se com o sistema 10-1, e o rubro-negro não conseguia furar o bloqueio e passou toda a etapa trocando passes. Deu sono.

No segundo período, o jogo foi mais aberto, mas de fraca qualidade, e numa boa jogada de Diego Souza, com um passe para Felipe Azevedo, saiu o gol da vitória e do placar (1x0).

Na verdade apesar da derrota do Cruzeiro em um clássico local, o Brasileirão continuou o mesmo, com a diferença do líder para o segundo de 7 pontos.

No período noturno, tivemos três jogos fechando a 23ª rodada.

O Santos derrotou o Figueirense por 3x1, o Gremio em um péssimo jogo venceu a Chapecoense por 1x0, e finalmente um vexame histórico do Palmeiras que foi goleado pelo Goiás por 6x0.

Goleadas acontecem, mas o time alviverde resolveu imitar a seleção do Circo contra a Alemanha, e cometeu vários erros grotescos, que o time da casa soube aproveitar e transforma-los em gols.

O Palmeiras é uma vítima de um somatório de péssimas gestões, de uma autofagia interna entre as suas correntes politicas, e que marcha para mais um rebaixamento.

A instituição não merece o que está acontecendo.

segunda 22 setembro 2014 00:47


O BRASIL NUNCA FOI O PAÍS DO FUTEBOL

Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O BRASIL NUNCA FOI O PAÍS DO FUTEBOL

Criou-se um dogma no Brasil de que seria o país do futebol.

Na realidade quase 70% da população de 15 anos em diante acompanha esse esporte, mas uma enorme parcela dela não participa efetivamente da vida de seus clubes.

O torcedor brasileiro tem uma cultura própria, na opção do acompanhamento dos jogos que são realizados nas diversas competições, quando escolhem os melhores, os decisivos, os clássicos locais, ou aqueles que poderão definir a vida de seus clubes.

Nos demais, são os frequentadores de sempre.

Esperávamos mais das novas arenas, mas o crescimento previsto de público nos estádios será apenas de 7,1% em comparação com o ano anterior, que teve uma média de 14.951 torcedores no Brasileirão.

A taxa de ocupação nos estádios poderá alcançar nesta temporada, mesmo com os novos estádios, 40%, com uma ociosidade de 60%, contra 39% de 2013 e 38% de 2012, o que é ainda insuficiente para uma maior evolução do esporte no setor de bilheteria.

Ao analisarmos os estudos publicados pela Pluri Consultoria, verificamos que desde no período histórico de 1969/2014, a média de público no futebol no Brasil é de 14.737 pagantes por jogo.

São exatamente 45 anos, e neste período os estádios nunca tiveram um público médio de 25 mil torcedores, que seria um bom índice de participação, se comparados com o resto do mundo.

Essa história de 100% de ocupação não existe em nenhum campeonato do planeta. Alguns clubes apresentam tal índice, mas são fatos pontuais e não uma regra geral. As maiores médias estão no patamar de 45%.

Muitas vezes comentamos que a falta de qualidade do nosso futebol está afastando o público dos estádios, o que pode retratar a verdade, e se tivéssemos jogos mais intensos, com bom nível técnico, certamente a participação do consumidor seria bem maior.

Além disso, outros itens também funcionam, como a segurança, a credibilidade dos resultados, excesso de jogos, entre outros fatores.

A maior média de público no Brasileirão foi a do ano de 1983, 31 anos atrás, com 22.953 pagantes por jogo. Anteriormente tivemos em 1969 (22.067), 1970 (20.259), 1971 (20.360), e acima de 20 mil, mais um ano, em 1987 (20.877).

Na era dos pontos corridos, a maior média alcançada foi de 17.807 pagantes por jogo, no ano de 2009. Em 2007, foi de 17.461.

Nesse período tivemos alternâncias entre 7 mil a 16 mil torcedores por jogo. 2003 (10.468), 2004 (7.556), 2005 (13.600), 2006 (12.300), 2008 (16.692), 2010 (14.800), 2011 (14.987), 2012 (12.971), 2013 (14.951). A média atual é de 15.345, que está no mesmo nível dos anos anteriores, e um pouco maior do que a do ciclo histórico de 1969/2014 (14.737).

Tais números são incontestáveis, e com a gravidade de que nesse período a população brasileira cresceu, inclusive entre os de 14 anos em diante, e os estádios continuam ociosos, demonstrando claramente que ir a um jogo de futebol não é a prioridade número um dos torcedores que acompanham os seus clubes através de outros meios de divulgação.

O grande trabalho que deveria ser procedido, se tivéssemos gestores competentes, seria o de estabelecer uma meta de ocupação para 25 mil torcedores/jogo, mas para tal seria necessário um projeto de marketing, para a conscientização daqueles que gostam desse esporte.

Na verdade, o Brasil é o país do Carnaval, do São João, dos Feriados, do Voleibol, das Praias, da Corrupção, que têm médias de ocupação muito maiores de que o esporte das chuteiras.

segunda 22 setembro 2014 00:46


QUEM PAGA OS PREJUÍZOS?

Blog de blogdejj :BlogdoJJ, QUEM PAGA OS PREJUÍZOS?

Já está se tornando rotineiro escrevermos sobre a arbitragem do futebol brasileiro, mas a cada jogo que acontece algo de novo surge com os apitadores, com erros que modificam os seus resultados, por isso, o tema não pode ser deixado de lado.

Como não somos capazes de nos calarmos perante as mazelas, vamos continuar tocando na mesma tecla, até que um dia um ser pensante, se é que existe no futebol brasileiro, possa agir e resolver esse grave problema.

Não bastasse a avacalhação que as instituições brasileiras estão sendo submetidas, como a Petrobras, ao perder o seu maior bordão, originário dos anos 50, quando todos gritavam ¨O Petróleo é Nosso¨, e hoje estão gritando "o Petróleo é Deles¨, além do IBGE, um dos órgãos mais admirados pela sociedade brasileira, ao errar na divulgação da PINAD, certamente para atender aos desejos de algum setor, que queria encobrir a queda na distribuição dos rendimentos do trabalho, o chamado índice de Gini, para fins políticos, o futebol também vem se destacando como um produtor de situações constrangedoras.

Isso é um somatório desse novo Brasil que vem se desmoronando ano após anos, e como o futebol faz parte do sistema nacional não poderia ficar ausente dessa avacalhação geral.

Um clube entra em campo, com uma folha salarial alta, com despesas do jogo para serem cobertas e, de repente, tem um gol anulado por um erro de arbitragem, deixando de conquistar três pontos e ficando apenas com um, por ter empatado. O que deveria acontecer?

Foi o caso do Criciúma, com um gol legítimo de Paulo Baier sendo anulado pelo árbitro Wilton Sampaio para do time catarinense. O prejuízo não foi somente financeiro e sim técnico, deixando o clube na zona do rebaixamento. Se, no final do Campeonato, for rebaixado por uma diferença dos dois pontos perdidos nessa partida, quem pagará os prejuízos?

O Circo, por escalar um árbitro por um efeito suspensivo de sua pena de 90 dias determinada pelo STJD, ou a arbitragem que foi a causadora do grave erro?

Esta pergunta poderia ser estendida aos outros clubes que foram penalizados por essa rotina perversa dos árbitros que estão atuando nas competições nacionais. São pontos perdidos sem retorno, e resultados alterados, o que tira a credibilidade do esporte.

Existe um velho provérbio chinês para enquadrar o problema da arbitragem nacional: ¨Três coisas na vida que nunca voltarão: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida¨.

Estamos perdendo a oportunidade de iniciarmos uma nova página nesse segmento do futebol, que hoje está sendo execrado. Certamente sempre aconteceram erros, mas os de 2014 estão sendo frequentes, grotescos, só perdendo para o Brasileiro de 2005, com o famoso escândalo da Mafia do Apito.

A oportunidade perdida seria a profissionalização do setor, que é reconhecida através de uma Lei Federal, e isso poderia levar um árbitro a ter o futebol como uma profissão, e com isso ter dedicação integral para o setor, podendo assim concorrer com o profissionalismo que existe entre os jogadores, que são bem pagos para apenas jogar, e não tem a necessidade de uma outra profissão para complementar os seus salários.

No futebol profissional não cabe mais nenhum setor amador, e o proverbio chinês tem toda a razão, pois se perdermos essa oportunidade, certamente não teremos volta, pois como se diz no Brasil- ¨Cavalo selado à sua porta só passa uma vez¨.

A profissionalização certamente será o primeiro passo.

segunda 22 setembro 2014 00:43


TIMES DE PERNAMBUCO DISTANTES DO ACESSO

Blog de blogdejj :BlogdoJJ, TIMES DE PERNAMBUCO DISTANTES DO ACESSO

A 24ª rodada do Brasileiro da Série B representou 63,1% da competição total, o que já pode dar uma visão realista do seu futuro.

A rodada foi excelente para os líderes na tabela de classificação, com as vitórias do Joinville, Ponte Preta e Vasco, e o empate do Avaí, ocasionando uma mudança na classificação, com esse último sendo substituído na liderança pelo Joinville, que passou a ocupar a 2ª colocação.

Existe um conformismo entre os clubes disputantes, representado pelo aumento das distâncias do 4º colocado (Vasco da Gama), para o 5º (Ceará), que era de 1 ponto, subiu para 3, enquanto permaneceu a mesma para o 6º (BOA), com 5 pontos.

Na rodada realizada, mais uma vez ficou demarcada a força dos mandantes, com 6 vitórias, 3 empates e apenas 1 vitória dos visitantes.

Do 5º ao 10º na classificação geral, aconteceram mudanças, porém, os times continuaram os mesmos. Ceará (5º), BOA (6º), Sampaio Corrêa, que era o 9º, pulou para o 7º lugar, empurrando o Luverdense para o 8º, e esse empurrando o Náutico para o 9º, e com o Atlético-GO continuando na 10ª posição.

A diferença do Vasco (4º), para o Sampaio (7º) é de 7 pontos, que no sistema de pontos corridos pode ser considerada como confortável para o time da Colina.

Os clubes de Pernambuco estão ficando cada vez mais distantes das possibilidades do acesso. O Náutico tem 34 pontos, o que representa 10 de diferença para o último do grupo maior da competição, pontuação essa que reduziu as suas possibilidades de sucesso para apenas 2%.

Por outro lado, o Santa Cruz, que tem um jogo a menos, somou 31 pontos, com uma diferença para o Vasco de 12 pontos, reduzindo também as suas chances para 0,8%.

Com relação ao perigo de rebaixamento para os dois representantes de nosso estado, praticamente são bem pequenas, uma vez que a distância do tricolor do Arruda para o Icasa, o 17º colocado, é de 10 pontos, e o Náutico, de 13 pontos.

Na realidade, pelo andar da carruagem, os quatro clubes que estão na região da degola têm todas as chances de serem rebaixados, porque a diferença do 17º para o 16º (América-RN) é de 5 pontos, que poderá ser bem administrada, embora o time natalense venha demonstrando uma queda em sua performance.

Quanto aos que estarão na Série A de 2015, as chances maiores estão para os atuais 4 primeiros colocados, Joinville, Avaí, Ponte Preta e Vasco, com o Ceará correndo para voltar a ocupar uma dessas vagas, cuja briga será com a equipe vascaina, pois a evolução dos times catarinenses e do campineiro é consistente e poderá permanecer até o final da competição.

As definições da Série B já estão sendo escancaradas.

segunda 22 setembro 2014 00:40


OS SETE PECADOS MORTAIS DO FUTEBOL BRASILEIRO

Blog de blogdejj :BlogdoJJ, OS SETE PECADOS MORTAIS DO FUTEBOL BRASILEIRO

O futebol brasileiro tem 7 Pecados Mortais, que não serão perdoados por muitas rezas, e sim por um projeto amplo de ações que possam eliminá-los, e condenar os pecadores.

1- A sua estrutura arcaica, alienada e fora da realidade, que tem como sustentáculo o Circo Brasileiro de Futebol.

Essa entidade morreu no tempo e no espaço, quando distanciou-se dos clubes que são a essência desse esporte, e sem um modelo democrático de gestão com uma abertura maior do processo decisório, nada será modificado, a não ser a mudança dos seus dirigentes, que são os responsáveis pelo pecado número 1.

2- O imediatismo tomou conta desse esporte no Brasil. Tudo é feito de forma açodada, os resultados são cobrados a curto prazo, não existe um projeto com uma linha mais longa para o seu sucesso, tanto do lado das entidades dirigentes, como dos clubes, e tem como referência maior as mudanças de treinadores, que após duas ou tres derrotas são demitidos.

Este é o segundo Pecado Mortal, que está afetando o futebol brasileiro.

3- As gestões são ineficientes. Na maioria, amadoras, falta o profissionalismo para a governança do futebol. Os apaixonados devem ficar nas arquibancadas, dando lugar aos racionais, que poderão elaborar um projeto de planejamento estratégico a longo prazo, e implantá-lo, mesmo com percalços que possam acontecer pelos caminhos, que poderão ser corrigidos.

Torna-se necessária a redução do papel dos dirigentes amadores, não renumerados que dirigem o futebol nacional, em especial nos clubes, para que possam dar lugar a gestores profissionais sérios e competentes.

4- Outro Pecado Mortal que aflige o futebol brasileiro, está situado no trabalho de formação, com isso refletindo na ausência de bons talentos.

Na verdade, as agremiações entregaram esse trabalho aos empresários, que se tornaram donos dos atletas, e como desejam lucros rápidos, muitas vezes são lançados no mercado sem a devida maturação.

Os clubes têm que assumir tanto o ônus como o bônus nesse processo, e passar a ser realmente o detentor dos direitos econômicos de todos os jovens que frequentam as suas divisões de base.

O expurgo dos pecadores é fundamental.

5- Outro grande pecado é o do desequilíbrio financeiro, quando um clube gasta mais do que arrecada, e no final o endividamento toma conta dos seus balanços, tornando o sistema em uma bola de neve.

Sem um agente regulador que puna a quem comete esse pecado, dificilmente o futebol irá sair do atoleiro, e mesmo com Timemanias, Profortes, e outras benesses os seus problemas não serão resolvidos.

A distribuição de receitas é grave e desequilibra as competições, reduzindo as suas competitividades.

6- Um fator dos mais importantes para os clubes é o representado pelos seus associados, que na realidade no modelo atual, pouco representam. Enquanto não houver a consciência de que o sócio é a mola propulsora da vida de uma entidade, o sistema ficará emperrado.

Um planejamento financeiro, com a diversificação de receitas, tem no associado um ponto bem destacado, e em especial o sócio-torcedor, cujos planos estão sendo responsáveis pelo incremento das bilheterias de nossos estádios.

Os pecadores ainda não observaram tal importância, e continuam maltratando o que os clubes tem de melhor no seu patrimônio, que é o sócio.

7- O último Pecado Mortal é por demais importante para a evolução do segmento, e atende pelo nome de "Transparência".

Trata-se de um setor de menor índice no Brasil. Os sócios e torcedores não recebem informações dos intramuros. Não se tem conhecimento das receitas, dos gastos dos seus clubes e das negociações realizadas.

A ausência de transparência facilita a corrupção, que já está entranhada no futebol brasileiro.

Ao abrirmos a caixa-preta, certamente estaremos democratizando o futebol, dando a oportunidade para que todos tomem conhecimento do que acontece na vida de cada entidade.

Se houvesse uma conjunção de esforços, com seriedade, certamente teríamos um novo futebol, sem desmandos, sem cartolas espertos e ultrapassados, que só olham para os seus interesses.

Para que isso aconteça, só chamando o Papa Francisco.

segunda 22 setembro 2014 00:37


|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para blogdejj

Precisa estar conectado para adicionar blogdejj para os seus amigos

 
Criar um blog