OS DEUSES DO FUTEBOL NÃO PODEM PREMIAR A ARGENTINA

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Finalmente, na tarde de hoje, o Maracanã, que não recebeu nenhuma vez a seleção do Circo, acolherá a final da Copa do Mundo, no encontro de duas forças totalmente antagônicas em seus procedimentos.

De um lado, a Alemanha, organizada, planejada, que trata o futebol com seriedade e competência e, do outro, a Argentina, que é irmã gêmea do Brasil em relação a tudo que acontece nesse esporte.

O futebol portenho está falido como o nosso. Os jovens atletas são exportados para a Europa, e hoje aqueles já maduros são captados pelo futebol brasileiro, que apesar de todas as desgraças, têm salários muito mais altos do que o do país vizinho, muito embora às custas de endividamentos indecentes. 

Argentina e Brasil são os maiores vendedores de talentos jovens do mundo. Isso só acontece por conta da necessidade de sobrevivência dos seus clubes.

O futebol brasileiro é um rico de mentira, e um pobre esfarrapado de verdade. O argentino não consegue fingir que é rico, e assume a pobreza quando negocia os seus melhores jogadores. 

Na AFA (Associação de Futebol da Argentina), o comando está nas mãos de Julio Grondona por 35 anos, sem oposição, graças aos casuísmos eleitorais. No Brasil o bando que dirige a CBF está no poder também há décadas, com Ricardo Teixeira e agora através de José Marin e do seu sucessor em janeiro, Marco Polo Del Nero.

Em ambos, a credibilidade dos cartolas encontra-se no fundo do poço. São gestões marcadas com denúncias de uso não institucional dos seus recursos, e pelo abandono do futebol local dando ênfase às seleções.

Nos gramados, Brasil e Argentina são siameses. O futebol apresentado é de baixa qualidade, os campeonatos mal formatados, e com a ausência de público nos estádios.

A situação portenha também se parece com a brasileira, quando grandes clubes foram rebaixados para a Segunda Divisão, numa demonstração da grande crise financeira que os afeta e reduz as suas capacidades de investimentos.

Grondona resolveu de uma forma esdrúxula o problema do rebaixamento, aumentando o campeonato para 30 clubes. Grotesco.

No futebol argentino, os barra-bravas são os donos dos estádios. Violentos, intimidam os bons torcedores, fato esse que se repete em nosso país, quando as organizadas assumiram o controle, promovendo a violência nos estádios, inclusive várias mortes.

Com tais ingredientes, os Deuses do Futebol já castigaram a CBF, de forma exemplar, com uma goleada que jamais será esquecida, e hoje não poderá premiar um futebol decadente como o portenho, em detrimento daquele que trabalha com seriedade, plajena corretamente e que sem dúvidas merece o troféu de campeão. 

Por isso iremos torcer pela vitória da Alemanha, que é a vitória do lado bom do esporte mundial.

domingo 13 julho 2014 01:40


A QUEDA DA BASTILHA

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Amanhã é dia 14 de julho, data Nacional da França, quando se comemora a queda da Bastilha, uma prisão localizada em uma fortaleza, que era o símbolo da monarquia francesa, e local de onde saiam os prisioneiros para serem decapitados na guilhotina.

A Revolução Francesa, com a sua Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, foi um marco histórico que se estendeu para o mundo, influenciou a Revolução Americana, quando o país separou-se através das armas do colonizador inglês, foi um produto desse ponta-pé inicial através da queda desse bastião da intolerância.

O futebol brasileiro precisa também derrubar a sua Bastilha, localizada na Avenida Luiz Carlos Prestes, que atende pelo nome de Circo Brasileiro do Futebol, onde existe uma monarquia reinante há algumas décadas, passando por uma cadeia sucessória da pior qualidade.

Na realidade discute-se muito a saída da Comissão Técnica da seleção do Circo, fato esse que já deveria ter acontecido, mas na verdade isso não trará nenhum benefício, se o problema não for atacado de forma mais direta, que é o da queda do poder central, que está nas mãos de José Marin e Del Nero, levando consigo também todas as Federações que o sustentam.

A Revolução Francesa decapitou muitas cabeças, e  Revolução do Futebol brasileiro também terá que fazê-lo, sem sangue, sem violência, e sim com pressão dos torcedores e da sociedade, que poderão mandar para suas casas esses cartolas que arruinaram esse esporte.

A estrutura foi corroída e espera apenas um empurrão para que possa desabar, e isso só poderá acontecer se todos os segmentos que envolvem o futebol assim possam entender.

O jornalista Augusto Mafuz, do Jornal Estado do Paraná, nos abrilhantou com um texto que servirá para enriquecer esse debate, quando escreveu em sua coluna sobre a razão lógica para não se manter o poder atual do Circo:

¨Não há razão lógica para mantê-lo. Não há sob o aspecto administrativo porque apodreceu com o desvio de finalidade: ao invés de cuidar do futebol como fim social, a gestão se apoderou da seleção brasileira para gerar recursos bilionários, sem reversão para os clubes. Não há razão moral porque não houve sucessão, mas apenas transferência de poder de um chefe acusado de corrupção para outro, que com ele conviveu 25 anos. E esse ciclo cheio de vícios foi mantido com nova eleição. Não há como dissociar pessoas que convivem tanto tempo¨

Tais palavras escritas de forma contudente servem realmente para impulsionar uma revolução em nosso futebol, com a queda dos atuais cartolas, e a entrega do poder a pessoas sérias, sem os vícios do sistema e que possam implodir de vez o símbolo da intolerância que perdura há muitos anos.

O futebol do Brasil vive em um processo de inversão de valores, com clubes falidos e entidade rica, ou milionária, como a CBF. Existe uma necessidade de reversão, transformando fortes os clubes, que irão realizar novos investimentos, e a cadeia seguirá o rumo correto, encerrando-se na seleção.

Para a derrubada da Bastilha do Futebol deverá existir uma pressão da sociedade ao Congresso Nacional, que poderá mudar a legislação, e sem mortos ou feridos como na Revolução Francesa, o futebol poderá quebrar os grilhões que o aprisionam a um sistema podre e corrompido.

¨ALLONS ENFANT DE LA PATRIE¨.

domingo 13 julho 2014 01:37


O FUTEBRAS

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Aécio Neves, candidato à presidência da República, equivocou-se ao responder aos argumentos do Ministro Aldo Rebelo, que realmente foram desfocados, com relação à intervenção do Governo nas entidades esportivas, afirmando que queriam criar a "Futebras".

Por conta disso, recebeu o apoio dos cartolas do Circo que se borram quando ouvem algo sobre a presença do estado nos esportes. Na verdade tal apoio é péssimo para a imagem de um candidato.

Realmente Rebelo expressou-se de forma errada na ocasião e, no dia de ontem, modificou as suas palavras, afirmando que não estava desejando uma intervenção no futebol, e sim um acompanhamento governamental sobre o sistema.

Há anos que pregamos no deserto, talvez por estarmos na Ilha que é o Nordeste, que é pouco repercutido no país, e os formadores de opinião falam apenas para os habitantes de suas cidades.

Em diversos artigos mostramos a necesidade de uma Agência Nacional do Esporte, como a reguladora do sistema, o que não seria nenhuma novidade, já que em todo o mundo, inclusive no Brasil, existem várias dessas que acompanham os mais diversos setores, que mesmos privados ficam submetidos à fiscalização e  à normatização.

Na última sexta-feira ouvimos algo no programa Linha de Passe sobre a Lei Pelé e a intervenção nos esportes, que não condiziam com a realidade.

A Constituição Brasileira, em seu artigo 24, determina que cabe à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: IX- Educação, Cultura, Ensino e Desporto.

O artigo 217, de nossa Carta Magna, inciso I, garante autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações, quanto à sua organização e funcionamento.

Isso acontece em todos os setores de atividades da nação, e não apenas nos desportos, visto que as sociedades constituídas têm liberdade e autonomia para criarem os seus Estatutos, regendo-as enquanto estiverem funcionando.

Devemos ressaltar que autonomia, na língua portuguesa, não é sinônimo de anarquia. A lei geral do setor está defasada e necessita de modificações, e aí cabe a  interferência do Congresso e do Governo para que sejá efetuado.

Obviamente autonomia não é colocar em um Esatuto que a entidade não irá pagar impostos, sendo obrigatório por conta das leis federais.

A Agência Reguladora poderá normatizar todos os setores, para que as reeleições, que foram proibidas recentemente apenas para os clubes, com as Confederações e Federações não estando enquadradas (segundo interpretações das próprias), continuísmo desenfreado, ausência de pagamentos dos tributos,   descumprimento das Leis Trabalhistas, entre outras, não façam parte do cotidiano do futebol brasileiro.

A legislação é bem clara: o Estado deverá legislar sobre os esportes, e para tal deverá proceder com reformas na legislação vigente, para que as lacunas sejam preenchidas, evitando-se assim as mesmices que acontecem todos os dias.

Uma Agência Nacional do Esporte terá um papel fundamental para o esporte nacional voltar ao seu eixo. Existem Reguladoras em diversos setores, tais como: o Elétrico, Petróleo, Bancos (através do Banco Central), Bolsa de Valores, Seguradoras, Aviação Civil, Águas, e tantas outras, que fiscalizam e normatizam as suas atividades, que na maioria são privadas como o futebol.

O desporto brasileiro já teve a sua Agência Reguladora, que foi o Conselho Nacional de Desporto, criado em 1941, e extinto no malfadado governo Collor de Melo, que abriu uma lacuna que não foi mais preenchida, deixando a cartolagem solta e agindo ao seu bel prazer.

O desporto é um assunto de Estado, e deve ser tratado como tal, com coragem, e com atuação direta do governo federal, que se não fosse tão omisso, não estaríamos metido nesse atoleiro lamacento que afundou o futebol brasileiro.

Temos um Ministério do Esporte que é uma piada, apenas servindo como cabide de emprego e nada produz para o esporte nacional. Melhor seria extingui-lo. Não faria a menor falta.

Ou muda-se o sistema, ou esse irá arrastar a todos para um suicídio coletivo, Padrão Felipão.

domingo 13 julho 2014 01:34


RESERVA DE MERCADO

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A reserva de mercado atrasou a economia do Brasil por cinqüenta anos. A visão dos nossos governantes era igual ao da Albânia, isolada do mundo moderno, e com as portas fechadas para o ingresso de empresas e tecnologia.

Na realidade quando os portos foram abertos mais uma vez para os de fora, a situação mudou, o crescimento econômico aconteceu, mas as sequelas ainda continuam até hoje.

O que mais achamos engraçado são as entrevistas dos treinadores de futebol do Brasil, quando alguém anuncia a necessidade de técnicos estrangeiros para que possam trazer mais qualidade, e conhecimentos novos para o meio futebolístico nacional.

Lemos muitas declarações contrárias sobre o tema, mas o que nos motivou para a preparação desse artigo foi uma declaração do técnico do Santa Cruz, Sergio Guedes, afirmando que esses técnicos importados não caberiam no sistema e no modelo que é utlizado no futebol nacional.

Isso é nada mais, nada menos, do que a reserva de mercado, e incentivadora da estagnação do atraso em que nos encontramos, visto que a vinda desses profissionais certamente traria pontos muito mais positivos do que negativos, inclusive para os locais, que teriam novos ensinamentos, e sairiam da mesmice que afundou o esporte da chuteira no país.

O jornal espanhol Marca, em sua edição de ontem, anunciou que o Circo Brasileiro de Futebol procurou o empresário Jorge Mendes, que agencia o treinador José Mourinho, mostrando interesse em sua contratação.

O técnico confirmou que poderia dirigir a seleção do Circo, mas somente em 2017, quando acaba o seu contrato com o Chelsea.

Na verdade a reserva de mercado prejudicou o nosso futebol e sempre barrou o ingresso de treinadores estrangeiros, mesmo aqueles mais próximos.

Em 2012 quando falavam da contratação de Pep Guardiola pela CBF, a movimentação foi igual, desde que os técnicos brasileiros de forma equivocada sentiam-se ameçados com a presença de um treinador considerado como o melhor do mundo, que poderia mostrar todos os erros e defeitos nas preparações realizadas no Brasil. 

Nesse mesmo ano, o economista Fernando Ferreira, da Pluri Consultoria publicou um artigo na defesa de Guardiola, que nós postamos no blog, colocando vários argumentos positivos com relação à contratação.

Ferreira achava, e nós concordamos, que o futebol ficaria melhor, já que o Brasil vivia com um apagão técnico, que continua dois anos após, e com Guardiola as chances do resgate da antiga forma de jogar seriam grandes.

Entendemos que a presença de um profissional como Guardiola, embora com alto custo, e agora com José Mourinho, abriria as portas para outros técnicos estrangeiros, e obrigaria a uma maior qualificação dos locais, e no final quem sairia com o lucro seria o futebol, que teria uma valorização em seu produto final.

Por outro lado, uma presença importante como a de José Mourinho, iria inserir o país no mercado internacional, desde que continuamos como uma Ilha no meio do oceano, distante de tudos e de todos. Com o conhecimento do que acontece no resto do mundo, o distanciamento seria reduzido, e o país não seria observado apenas por ser um exportador de jovens talentos.

Recusar um técnico de fora é um sinal da fraqueza de nossos treinadores, que não desejam uma concorrência sadia, e que poderá trazer frutos para todos.

Reserva de mercado é de uma burrice patológica, e danosa para o futebol brasileiro. Os competentes não deveriam ter medo daqueles que tem mais cabedal, e que poderão transmiti-lo para todo o país.

Não haveria vencidos ou vencedores, e o troféu seria dado ao esporte nacional.

domingo 13 julho 2014 01:30


NOTAS AVULSAS

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NOTA 1- ADEUS, FELIPÃO. ESTEJA EM PAZ, SELEÇÃO

* Há muito que não víamos uma seleção da CBF tão mequetrefe.

Aliás, o que assistimos em campo no superfaturado Mané Garrincha foi a cara do futebol brasileiro.

Um esporte abandonado, corrompido por um sistema podre e arcaico, e os gramados deram o seu recado, quando os Deuses do Futebol jogaram 10 bolas nas suas redes em 2 jogos seguidos.

Um time de chute direto, com a zaga mais cara do mundo patética, com jogadores que não poderiam jogar em times de nossa segunda divisão, e que ninguém consegue nos explicar como são negociados por somas tão altas, certamente fazendo parte do processo de lavanderia que tomou conta do futebol mundial.

A Holanda não deveria ter atuado no dia de ontem, desde que o seu lugar seria o da Argentina na final da competição, os Deuses do Futebol não a ajudaram, mas terminou a competição de forma digna, com um belo 3x0 frente a uma seleção amofinada, violenta, e sem um único sentimento do futebol.

Adeus, Felipão, que vá para os quinto dos infernos. Adeus, Parreira, com a sua Dona Lúcia. Adeus, Murtosa, que é aquele que foi sem nunca ter sido. Adeus, Runco, eterno médico desse Circo. Adeus, Marin, que tenha um bom descanso, desde que bem merece por tudo que fez ao futebol brasileiro, junto com o seu escudeiro, o famoso namorador Marco Polo Del Nero.

Uma Copa em que o povo mostrou civilidade, recebeu bem os visitantes, mas foi perdida pela melada da seleçao da CBF, que conseguiu enfim abrir o palco para que víssemos que os ilusionistas venderam uma ilusão da Ilha da Fantasia.

Finalmente um adeus para Galvão Bueno, e que para felicidade geral da nação, que essa tenha sido a sua última Copa, e que leve consigo todos os seus companheiros.

NOTA 2- AQUI E LÁ, OS EMPRESÁRIOS AGEM DA MESMA FORMA

* O Site de um dos clubes mais tradicionais da Espanha, o Valencia, publicou uma Nota Oficial contra a atuação dos empresários do setor futebolístico, que estão aliciando os jovens atletas, procurando os seus familiares.

Segundo a Nota, o clube foi procurado pelos pais de alguns jogadores da Escolinha e da Academia que narraram a proliferação de agentes e representantes que os procuram oferecendo benesses e, em alguns casos, envolvendo chantagem, e que, para aumentar a pressão, dão rascunhos de contratos, muitas vezes com dados de outros jogadores e pais, para que assinem imediatamente sem nenhuma assessoria.

O mais grave é que são jovens de 9, 10 e 11 anos, e muitos recebem promessas de melhorias esportivas, através da difusão de boatos sofre a influência dos empresários.

Aqui como lá é tudo igual, com os empresários sendo donos do pedaço.

Enquanto isso, a FIFA dorme tranquilamente, e no Brasil que está gritando contra a seleção nada se faz para conter tais procedimentos.

São as saúvas do futebol.

NOTA 3- DEPRECIAÇÃO DA SELEÇÃO DO CIRCO

* Depois da derrota acachapante que a seleção do Circo sofreu no jogo contra a Alemanha, o valor de mercado de seus jogadores sofreu uma queda de 4,3%.

Os 23 convocados para a disputa da Copa de 2014 estão agora avaliados em 449,8 milhões de euros (R$ 1,36 bilhão), 20,4 milhões (R$ 61,6 milhões) inferior ao valor do início da Copa.

Tais dados foram divulgados pela Pluri Consultoria, e que mostraram que o único sobrevivente foi Neymar, que teve um crescimento de 2,9%.

Em termos percentuais, entre os jogadores brasileiros mais desvalorizados estão Fred (-15,9%), Julio Cesar (-15,6%), Dante (-12,8%), Maicon (-12,5%) e Daniel Alves (-12,4%).

Em termos nominais, o jogador que mais perdeu valor de mercado foi Hulck, que desvalorizou 10,4%, passando de 41,2 milhões (R$ 124 milhões), para 36,9 milhões (R$ 111 milhões), uma queda de R$ 13 milhões.

Na verdade esses valores são irreais, desde que Hulk valer R$ 111 milhões é coisa de um futebol insano e estrambelhado.

NOTA 4- OS TÉCNICOS BRASILEIROS EM VIÉS DE BAIXA

* A Copa do Mundo mostrou que os técnicos brasileiros estão em baixa no mercado.

Apenas Luiz Felipe Scolari dirigiu uma seleção, e assim mesmo a da CBF, nas demais nenhuma presença de nossos profissionais.

Isso é o sintoma que estacionamos também nesse setor.

A Alemanha teve quatro treinadores na Copa realizada no Brasil: Ottmar Hitzfeld (Suíça), Joachim Löw (Alemanha), Jürgen Klismann (EUA) e Volker Finke (Camarões).

A Argentina, esteve representada por três: Jorge Sampaoli (Chile), José Pekerman (Colômbia) e Alejandro Sabella (Argentina).

Colômbia também com três representantes: Luiz Suarez (Honduras), Reinaldo Ruenda (Equador) e Jorge Luiz Pinto (Costa Rica).

Itália: Fábio Capello (Rússia), Cesare Prandelli (Itália) e Alberto Zaccheron (Japão).

Portugal: Paulo Bento (Portugal), Carlos Queiroz (Irã) e Fernando Santos (Grécia).

São detalhes que mostram a decadência de nosso futebol.

NOTA 5- PERNAMBUCO TAMBÉM VENDEU MUITOS INGRESSOS PARA A COPA

* Como tínhamos já escrito em nosso blog, uma investigação deverá chegar ao Recife, por conta dos ingressos que foram vendidos em larga quantidade para os jogos da Copa do Mundo.

Segundo informações que obtivemos no dia de ontem, existem fortes indícios de grandes transações nesse setor.

Vamos aguardar para sabermos o que vai acontecer, mas trata-se realmente de um fato que deveria ser bem investigado.

Já existem dois nomes suspeitos.

NOTA 6- PRISÃO PRÉVIA

* A prisão prévia de alguns manifestantes no Rio de Janeiro, trouxeram de volta a ditadura militar.

O modus operandis era o mesmo. Um presidente (ditador) quando iria chegar a um estado, alguns membros da oposição, em especial os estudantes eram presos.

Um dia após eram soltos sem nenhuma justificativa.

Em Pernambuco isso era constante.

A Copa do Mundo nos fez voltar aos duros tempos, onde se prendia sem culpa formada, apenas como contenção. É o Padrão FIFA de segurança.

São coisas de um Brasil que é democrático, mas gosta de adotar algumas vezes atitudes fascistas.

7- PERGUNTAR NÃO OFENDE

* Será que alguém com uma lesão violenta na terceira vértebra, conseguiria andar tão serelepe como Neymar?

Será que alguém com uma lesão violenta, que poderia deixá-lo de cadeiras de rodas, poderia subir os degraus com tanta facilidade?

Se os amigos souberem como isso pode acontecer, por favor informem ao nosso blog.

Agradecemos antecipadamente.

NOTA 8- IMBECÍLOMETRO

* O medidor do imbecílometro quase que explodia, com as declarações de vários jogadores e em especial de Scolari, no pós jogo CBF x Holanda, chegando aos 6 mil pontos.

domingo 13 julho 2014 01:27


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